25/05/09

Meu sexto sentido é um corredor!


A dúvida é cruel. Uma pergunta me tonteava, indo e vindo na minha cabeça. Vou ou não vou.
Consegui treinar dois dias na semana... 30min na terça e 40min na quinta (noosssaa, que treinão, rs!) e já estava me sentindo a mulher maravilha, poderosa e indestrutível.

No sábado, arrumei o kit corredor, passei no mercado para me abastecer de alguns géis. Descobri que tenho um treinador psicológico, e ele fica falando na minha cabeça as coisas que devo fazer, e aí de mim se resolvo não fazer... as chances de dar tudo errado são muito grandes, então, como o meu psico-treinador diz: "- melhor prevenir do que desistir!" E ele me disse durante o sábado todo pra não ir pra corrida sem um gel, senão eu corria o risco de quebrar.

Além da falta de treino, o que me impelia a não ir à corrida era o fato de madrugar. De segunda a sexta feira acordo todos os dias 5h10 da madrugada. Restam-me os finais de semana para realizar o desejo de alguns mortais: dormir. Aliás, isso já me fez pensar que eu sou uma masoquista, acordo a semana toda cedo p/ ir trabalhar em São Paulo e ainda quero fazer isso no domingão. Tá certo que os motivos são outros, mas o desgaste é grande. Acho que vou dar prioridade a provas em outras cidades do interior, respirar novos ares, rs...

Mas voltando aos 25km da Corpore... eu só resolvi a questão quando meu despertador tocou as 4h30. Acordei e meu marido perguntou: "- e ai, vai mesmo na corrida?" Sem muita convicção respondi: "- acho que sim". Levantei-me, fui ao banheiro, e aí meu psico-treinador me assoprou no ouvido: não vá! Voltei p/ cama, e dormi o sono dos justos.

Saí para correr as 11h00, após assistir ao Rubinho conseguir mais um segundo lugar. Não me arrependi de não ter ido, achei que foi a melhor decisão.

Por fim, o domingo só não terminou com um final feliz porque meu joelho resolveu dar o ar da graça novamente. Só que agora é o direito. Acho que ficou com ciúme por eu ter dito que todas as minhas dores são do lado esquerdo, resolveu mostrar que existe também. Só que essa dorzinha chata é um pouco diferente daquela que eu sentia na lateral do esquerdo, essa é mais atrás, continua na lateral, mas na parte traseira. Apliquei gelo assim que cheguei, pois confesso que dei uma travada, mas estou bem. Sinto que isso pede um ortopedista. Lá vou eu pessoal...
O importante é: Let´s run! ... (eu ainda venço essas dores que querem me derrubar!)

18/05/09

Devagar sempre, desistir jamais...



Estou bem desatualizada com esse blog, né pessoal? Confesso que não tenho tido motivação para escrever, pois não tenho conseguido correr como eu gostaria.


Após a corrida de Outono da Adidas, em 29/03, fique por 3 semanas sem correr devido a uma dor no joelho que estava me incomodando. Pois bem, voltei a treinar no dia 21/04 (bem no feriadão) mas daquele jeito bem de mansinho, afinal, 3 semanas sem correr traz um tremendo prejuízo no condicionamento.
Lembro-me de ter corrido nesse esquema de tartaruga pelas 2 semanas seguintes e na semana que antecedia a corrida da GRAACC não consegui correr nenhum dia. Isto alías, está se tornando uma rotina, toda semana antes da prova eu não consigo treinar... é como se fosse um repouso forçado, mas que depois no dia da corrida cobra seu preço.

E que preço me foi cobrado no dia 10/05, dia da Corrida da GRAACC. Foram os 10km mais extenuantes que já percorri. Pela primeira vez desde que comecei a correr tive que travar uma verdadeira batalha psicológica para não desistir. Até o 4º km tudo corria maravilhosamente bem. Consegui fazer um trotezinho legal de aquecimento e larguei bem confortável, mas aí, próximo à metade da prova, a caranga aqui começou a dar sinais de que ia quebrar. O coração batia na cabeça, as pernas se arrastavam e tive que usar a estratégia do Massa para não ter uma pane seca antes do final da corrida... guardei ao máximo minhas energias e fui bem devagarinho, mas bem devagarinho mesmo, com todo mundo me ultrapassando, até a chegada. O pior foi que ao me aproximar da reta de onde tínhamos dado a largada, tive a impressão de ter visto a placa avisando faltar 200m, me animei p/ o "sprint" final, buscando lá do fundo do meu reservatório, já na reserva, aquele tantinho que a gente guarda escondido, o gás para a chegada. Ainda falei para uma menina que caminhava: " - Vamos lá, falta pouco." De repente, quando a míope aqui conseguiu clarear a visão, vi que os 200 eram 400, aí morri. É incrível como a mente tem um poder avassalador sobre a gente, naquele momento, duzentos metros, faziam uma baita diferença. O sprint virou "lesmint" (velocidade de lesma), mas terrivel mesmo, foi ver a mocinha que eu tinha incentivado passar por mim correndo, toda animada... aff!!! Coisas de corrida.

Terminei acabada, em 1h04min, consciente de que sem treino, definivamente não dá. Sou um tanto competitiva, principalmente comigo mesmo, e quando percebi que não conseguiria fechar abaixo de uma hora, fiquei frustada. A pessoa não treina e ainda quer diminuir o "record pessoal mundial", fala a verdade!!

Pra fechar com chave de ouro, peguei uma gripe, que não é suína... de novo! Duas no ano não é pra qualquer um, é só pra quem precisa treinar, não quer ficar parado senão engorda e tá é precisando emagrecer... pessoas assim como EU!


Então, é mais uma semana sem treinar. Pra completar o pacote, estou inscrita para os 25km da Corpore (na distância de 12,5km) que já é no domingão, dia 24/05, acho que dessa vou ter que abortar, infelizmente.

Pra não dizer que esse post é só de notícias ruins, derrotas, gripes, fracassos, a boa notícia é que não tenho mais dores no joelho. Hahahaha... sou uma pessoa extremamente otimista.

Let´s go run! Não vamos desistir hein...

29/04/09

Eu vou!


Aproveitando um e-mail que recebi da Corpore, vamos divulgar...

No dia 10/05 acontecerá a 9ª Corrida de Caminhada GRAACC, toda a arrecadação será revertida para a instituição e investida em seu hospital e no tratamento às crianças com câncer. Quanto mais cedo a doença e descoberta, maiores são as chances de cura, por isso corra que ainda dá tempo de se inscrever. Correr por uma boa causa dá mais vontade ainda de correr...

Eu já fiz minha inscrição...

Ah, também gostaria de agradecer a todos que visitam meu blog e pelas congratulações pela passagem do meu niver. Muito Obrigada! Estou na correria e não estou conseguindo visitar os blogs e deixar recadinhos, mas dentro do possível, tenho acompanhado a saga de cada um de vocês pelo maravilhoso mundo dos runners.


Let´s run guys!

22/04/09

Fotos do Circuito Adidas - Outono 29/03

As fotos estão quase fazendo aniversário, mas conforme o prometido ai estão. Após uma severa seleção, pois eram tantas fotos do gramado, arquibancada, fachada do Pacaembu, tiradas por um nada apaixonado por futebol (meu marido), que foi difícil achar perdida entre elas, a atração principal, eu... rs.

Por falar em aniversário, nesse meio tempo afastada das corridas, sem postar, coloquei mais uma velinha no meu bolo (parabéns, parabéns, parabéns...), acho que também mais alguns quilos a minha cintura, mas vamos deixar isso pra lá, ok.

Voltei aos treinos na segunda, dia 20/04, após 3 semanas sem correr. Acho que meu joelho melhorou, vamos ver. Pretendo correr dia 10/05 na Corrida da GRAACC... até lá!

Seguem as fotos...

Vani e eu, amizade que fiz na largada dos 12km da Corpore e nos encontramos na Adidas 29/03

Será que estou correndo na direção certa??? (ainda quero ficar fininha igual a moça atrás de mim, rs)


Vani e eu novamente, antes da largada

Um pontinho vermelho no meio de um mar azul... EU!!!

Felizes na chegada... ufaa!!!

03/04/09

Correr + Dor = CORREDOR!


No último domingo participei da Etapa Outono do Circuito das Estações Adidas 2009. Foi a primeira vez que corri essa prova e gostei do circuito, que muitos não gostam devido ao sobe e desce do minhocão, mas eu achei legal. Foi também a minha estreia numa prova de 10km. Muitos ou os poucos que acompanham esse blog devem estar pensando: “mas lembro-me que ela participou da Abertura do Circuito Corpore, correndo 12km embaixo daquele sol escaldante.” Pois bem, estão certos, mas corri 12 sem nunca antes ter corrido 10 (só em treino). Parece contra-senso, mas as oportunidades me levaram a isso e posso dizer que gosto de ser diferente, rs.

O clima estava perfeito para correr, ou quase, pois apesar do astro rei não dar as caras, a temperatura não estava tão amena e a umidade do ar alta (pelo menos no meu felling metereologico). Fiz em 1h01min30s.

Um outro tópico que eu gostaria de abordar é um dor que estou sentindo na lateral externa do joelho esquerdo. Essa dor tem me acompanhado já algum tempo nas corridas e nos treinos mais longos (treinos mais longos p/ mim são aqueles acima de 1h). No último domingo ela apareceu após o km 3 e foi firme e forte até o final, gostou tanto de mim que continuou a todo momento em que pressionava a embreagem do carro para a mudança de marcha, na volta para casa, e na segunda-feira quando precisei descer um lance de escadas. Na terça-feira já estava quase imperceptível. Dessa vez não usei nada para amenizá-la ou tratá-la, nem mesmo gelo. Digo isso porque sou um tanto empírica, gosto de testar diversas teorias ou tratamentos para que eu possa chegar a um diagnóstico. Não confundam isso com auto-medicação, que aliás, se tem uma coisa que só faço em último caso, mesmo quando é prescrição médica, é tomar remédio. Antes de partir para o medicamento de fato, sigo os conselhos dos curandeiros, tomo os chazinhos da vovó, faço umas macumbas... brincadeirinha, rs... gente... digamos que sigo princípios homeopáticos. Na mesma terça tentei passar por um ortopedista (apesar da dor quase nem ser sentida) mas desisti após esperar por quase duas horas num pronto-atendimento de um hospital, particular diga-se de passagem, em Atibaia e fui embora pois tinha um compromisso agendado.

Na corrida da Corpore essa mesma dor também me acompanhou desde o km 7 até quando eu cheguei em casa, igual ao último domingo. Porém, na ocasião apliquei gelo durante os dois dias seguintes, fiquei uma semana sem correr e a dor sumiu.

Dessa vez, resolvi também ficar sem correr um tempo e fazer bastante alongamento para essa região. Pelo que pesquisei, essa dor tem tudo a ver com a tal Síndrome da Banda Iliotibial, ou, como é mais conhecida: “Joelho de Corredor”. Muitos devem estar pensando: "vai no médico, fica ai se diagnosticando sozinha e tals", mas gentem... eu tentei... mas não deu, rs. Então, como a minha vida tá mais corrida do que nunca (resolvi fazer uma pós, com aulas duas vezes por semana), vou levando como dá, e as medidas que resolvi tomar não hão de me prejudicar, já que decidi ficar sem correr, agora por duas semanas, e fazer uma série de alongamentos para a região. Dor não sinto mais, mas mesmo assim não vou abusar. Pois das outras vezes ela voltou e não quero tornar isso uma lesão séria.

Aliás, eu diria que vida de corredor é: corre DOR... será que sempre teremos uma dorzinha aqui ou ali? As minhas sempre escolhem o lado esquerdo do meu corpo, o que me faz pensar que devo ser meio manquitola desse lado, rs... Primeiro foi uma canelite, logo que comecei a correr. Aí fiquei 2 meses parada devido aquele susto cardíaco e agora me ataca o joelho. Espero que isso pare por aí, que não suba mais, rs.

Ah, pra ajudar, fiz mais um teste de pisada, dessa vez no stand da Adidas, montado na arena da corrida. E para surpresa geral da nação o resultado foi: NEUTRA, COM LEVE PRONAÇÃO NA ZONA DA JOANA, não, não, Joana não é uma cafetina, não, rs... é a região do joanete. Não tenho joanete, mas sabe aquela calosidade que mostrei na foto do post no qual comento sobre meu “pé de bailarina”? Pois é, é lá que exerço uma pressão um pouco mais acentuada. Esse resultado é mais viável do que o do teste anterior, da Mizuno, que resultou em PISADA SUPINADA. Acredito que o melhor a fazer é tirar a “nega”, e por isso, pretendo realizar um outro teste com outra metodologia pra poder ter certeza de como esses angelicais pézinhos tocam o solo, rs.

Ficarei quinze dias sem a endorfina da corrida. Resolvi então substituí-la por uma bela caminhada de 1h, duas vezes na semana, do meu serviço (na Paulista) até o meu curso (na Barra-Funda), por seções da alongamento e/ou fortalecimento nos demais dias que me restam e uma pedaladinha básica aos domingos pra lembrar os velhos tempos.

Bom pessoal, acho que é isso aí. Um tempão sem atualizar o blog resulta num belo “big post”.
Let´s Run!
ps: no proximo post, fotos da corrida.

27/03/09

Domingão é dia de Pacaembu!


Ando numa correria... sem conseguir correr direito, mas vamos que vamos.

Sem tempo pra atualizar o blog, passando só pra dizer que domingo tem 10km do Circuito das Estações Adidas - Etapa Outono.

Espero aguentar, rs...


Let´s run!

16/03/09

Calos, bolhas e esparadrapos

Há algum tempo atrás, fiz um teste de pisada numa dessas lojas de tênis. O resultado foi pisada supinada. Sempre acreditei que pisava pra dentro e que por isso tinha pisada pronada, por esse motivo, pretendo repetir o teste, ou melhor, consultar um ortopedista para avaliar corretamente a maneira como eu piso.

Enquanto isso, não pretendo gastar muita grana num tênis e depois descobrir que ele não é correto pra mim. Em março de 2008, após 3 meses de corrida, comprei um Mizuno Pro Runner 10 (que já está acumulando 570km) e em dezembro, adquiri um Asics Gel Cumulus 10. Os dois modelos, pelas pesquisas que fiz, são indicados para pisada neutra/supinadora. Confesso que demorei um pouco para me acostumar ao Asics, apesar de ele ser bem mais macio, meu pé, por ser fino, dançava dentro do tênis e o calcanhar pegava um pouco também. Agora, acredito que eu já o tenha amaciado e ele é bem confortável. O que me está me incomodando é o fato de eu ter uma região na planta do pé, próxima aos metatarsos, que sempre dói após um certo tempo de corrida o que acaba causando uma espécie de calo, como proteção. Vide a foto abaixo:


Lembro-me de ter essa calosidade há algum tempo, desde a época em que eu pedalava (apesar de não ter praticamente atrito com a sapatilha de bike, acho que a própria maneira como eu caminho causa isso). Agora, com a corrida, esse calo é praticamente permanente e as vezes chega a formar bolha. Isso tudo é agravado com o uso de salto alto, que procuro evitar mas acabo incorrendo nesse pecado umas 3 vezes na semana.

Sei, que estou a procura da causa do problema e principalmente, da solução. Não sei se conseguirei eliminar completamente o incômodo, mas se eu amenizá-lo já será o suficiente.

Como li que isso pode ser causado nos casos em que o pé é fino (meu caso), o que aumenta o atrito com o calçado, testei correr com duas meias finas, pois ai o atrito fica, teoricamente, entre elas. Melhorou um pouco. Outra técnica que utilizei na semana passada é o que chamei de “pé de bailarina”, rs. Envolvi a região com esparadrapo, coloquei a tal das duas meias finas e saí p/ rodas 8km. Posso dizer que melhorou mais um tantinho.
"pé de bailarina"

por favor, sem gozações com o meu "pezinho 38", rs

Na edição deste mês da Runner's World, saiu mais um guia do tênis. Dessa vez, além das tradicionais dicas dos modelos e novidades, a revista publicou uma ilustração de como deve ficar a sola do tênis dependendo do tipo de pisada. Corri pegar meus tênis para dar uma olhada. Posso dizer que ele se assemelhou muito com a pisada supinada, porém o desgaste da parte média do pé (justamente na região dos metatarsos) se estende até o centro do pé, quase se aproximando de uma pisada neutra. Será que tenho um novo tipo de pisada? Será que sempre pisamos do mesmo jeito com os dois pés? Porque sempre achei que prono com o direito (que onde sinto mais incomodo na sola do pé) e supino com o esquerdo, rs. Mas o desgaste dos dois pés foi ligeiramente bem parecido.

Enquanto não tenho o aval de um especialista, e enquanto ainda houverem rolos de esparadrapos disponíveis no mercado, irei testando novas técnicas... (ah, já cheguei a usar uma palmilha de silicone, daquelas parciais, só para a parte da frente dos pés, mas o esparadrapo surtiu melhor efeito).

Alguém já passou por esse problema? Aceito sugestões, técnicas caseiras e possíveis diagnósticos.


Let's run.

09/03/09

Correr ou não gripado

Matéria publicada na revista Contra Relógio de fevereiro fala sobre os benefícios/malefícios de se continuar correndo quando se está gripado. Testei essa teoria na Abertura do Circuito Corpore e posso dizer que o prazer de correr foi bem maior que qualquer incômodo que possa ter tido, tirando que fiquei sem voz durante três dias, já estou ótima...

Se por um lado esta é uma situação que perturba os atletas, por outro continua sendo uma questão que ainda tira o sono de muito fisiologista do exercício.

Não são poucos os que , a despeito da gripe, decidem continuar treinando. Corredor, nadador e médico pesquisador do exercício da Clínica Mayo, nos EUA, Michael Joyner joga nesse time: só para em último caso.

“ A menos que esteja realmente muito mal, continuo treinando. Faço treinos menos intensos, porém não deixo de treinar. Se tenho febre ou dor muscular, ai sim, treino bem pouco ou descanso um ou dois dias, no máximo. Tenho que estar numa situação realmente péssima para ir além disso”, diz Dr. Joyner.

Mesmo que nada saibam a respeito deles, as estratégias de esportistas como o Dr. Joyner está atualmente embasada por dois estudos científicos pouco conhecidos, publicados há uma década no jornal Medicina & Ciência nos esportes e no Execício. Os resultados foram tão favoráveis aos exercícios que até mesmo os próprios pesquisadores se surpreenderam.
O estudos começaram quando Thomas Weidner, então treinador na Ball State University, preocupou-se com o que deveria dizer aos atletas quando estivessem gripados. As duas perguntas básicas a serem respondidas eram: 1) o resfriado afeta a habilidade de exercitar-se? e 2) exercitar-se resfriado interfere nos sintomas ou na recuperação?

Para respondê-las foram recrutados homens e mulheres com idades e condicionamento físico variado. Deliberadamente infectados pelo rinovirus e com os sintomas na pior fase, o grupo foi levado a se exercitar em esteiras ergométricas, correndo em intensidades variáveis e de forma monitorada.

Embora os atletas tenhas reportado certa fadiga, além da função pulmonar não ter sido afetada, o desempenho geral do grupo durante o exercício também não o foi. O resfriado não interferiu nas respostas metabólicas do grupo.

Em relação ao comportamento dos sintomas e se havia ou não prejuízo dos sintomas no tempo de recuperação, foram divididos em dois grupos e enquanto um grupo descansou, outro teve que correr regularmente na esteira. Ao final do teste, não foram registradas diferenças entre os dois grupos e o tempo de recuperação de ambos foi o mesmo.

Portanto, desde que a gripe seja daquelas cujo sintomas não passam de nariz escorrendo, sendo mais cautelosos em relação àquelas que provocam febre e congestão no peito, não há problema em se exercitar gripado. Como é importante que se mantenha o hábito, diminuir a intensidade dos treinos é melhor do que parar. Por menor que seja a interrupção, uma parada pode colocar em risco todo um programa de treinamento.
fonte: revista Contra Relógio - fev/09

Por isso pessoal, em caso de gripe ou resfriado, um pacote de lenços descartáveis e... let´s run!